INQUÉRITO
Darksiders II
Lançamento: 21 de agosto de 2012
Disponível para: PC, PlayStation 3, Xbox 360, Wii U
Editora: THQ
Realização: Vigil Games
Género: Acção/Aventura
Darksiders II
A THQ prepara-se para lançar um dos trunfos de 2012: Darksiders II. A sequela do apocalipse chega para contar, não o que acontece após os acontecimentos em Darksiders, mas as aventuras da Morte durante o título original.
Segunda, 30 Julho 2012 10:49Por: Duarte Pedreño

A MELHORAR
LUTAS MAIS INTERATIVAS
Não obstante o uso desmesurado de Quick Time Events (QTE) por alguns jogos, este é um elemento interativo que pode tornar a experiência mais imersiva. Pelo que vimos de Darksiders II, algumas das lutas com bosses podiam beneficiar da integração de QTE. Estes não estão ausentes, mas estão subaproveitados, especialmente nas partes cinematográficas que servem de passagem entre fases dos confrontos. Tirando as ocasionais execuções de inimigos atordoados e o choque de lâminas predeterminados, não há sinal de QTE.
NO BOM CAMINHO
DA GUERRA À MORTE
O esquema de controlos é semelhante, mas a Morte é bastante diferente da Guerra, principalmente na forma como se move. As duas foices que usa como armas principais permitem-no ser mais ágil que o seu irmão, Guerra, aproximando o protagonista de Darksiders II a um ninja, em vez de a um cavaleiro medieval. Tem ainda à sua disposição diferentes armas secundárias como martelos e machados enormes ou luvas com lâminas – parece apropriado que a Morte esteja bem equipada para matar.
DESPOJOS DE GUERRA
Uma das grandes alterações em relação ao jogo original é a evolução da nossa personagem. Ao bom jeito de um RPG, os inimigos derrotados deixam itens para recolhermos – desde poções de energia a peças de armadura e armas novas. Durante o nosso tempo com o jogo não pudemos explorar as capacidades deste sistema de progressão, que, segundo os produtores, incluirá um sistema de crafting, que nos fará aproveitar o espólio descartável para melhorar o nosso arsenal preferido.
MAIOR E MAIS LONGO
A epopeia de Guerra terminou perto das dez horas de jogo, com alguma longevidade adicional para quem quisesse explorar todos os recantos do mundo e fazer evoluir o cavaleiro do apocalipse até ao máximo. Desta vez os produtores estão a apontar para o dobro e, apenas pelo tamanho do mapa, ficamos com a sensação de que Darksiders II nos guarda muitas mais horas de jogo que Darksiders. A expansão física e narrativa, em conjunto com o sistema de crafting e a economia virtual do mundo, antecipa uma longa experiência com bastante exploração obrigatória e opcional.

ÚLTIMAS IMPRESSÕES
Darksiders II não quebra os moldes do primeiro. Somos apresentados a um mundo que temos que atravessar, repleto de masmorras para explorar e superar. Contudo, a Morte apresenta-se com diferenças sensíveis em relação à Guerra no que respeita à forma de se mover e combater. Para além das melhorias técnicas (gráficos e controlos, principalmente), a evolução conceptual do jogo – que inclui um novo sistema de evolução de personagem e itens – demonstra que a equipa não se limitou a introduzir uma nova personagem com uma nova história. Darksiders II expande o conceito do título original e, para além dos fãs incontestáveis, é um jogo que merece a curiosidade dos adeptos de ação e aventura.
MAIS INFORMAÇÕES NA EDIÇÃO DE SETEMBRO DA BGAMER #170














10 Comentário(s) Registe-se ou faça Login para comentar
Expectativa muito elevada.
Cumps
PS: Mesmo que não gostem do jogo, ou não vos aqueça nem arrefeça, assinem na mesma!
Tenho grande expectativa neste jogo e espero que não me desaponte
Lol ia fazer esse comentario tambem. Tarde demais lol Vamos esperar que este seja tão bom como o primeiro.
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