Blades of Time

VEREDICTO
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Blades of Time

Lançamento: 15 de março de 2012

Disponível para: PC, PlayStation 3, Xbox 360

Editora: Konami

Realização: Gaijin Entertainment

Género: Acção

Comentários (3)

Blades of Time

A Gaijin Entertainment prova que a manipulação do tempo não é algo que se deva fazer de ânimo leve. Com alguns conceitos promissores, o resultado final é um título de ação que se esforça por oferecer algo de novo, mas sofre de má execução.

Quinta, 12 Abril 2012 16:23

Por: Duarte Pedreño



EPIC

INIMIGOS
Parte do charme de Blades of Time reside na sua conceptualização artística. Enquanto os cenários acabam por nos cansar, os inimigos estão bem imaginados e inserem-se no universo proposto na perfeição. No que toca ao combate, as diferentes criaturas são capazes de nos desafiar vezes sem conta, com cada raça a apresentar um modus operandi diferente.

FAIL

COLISÃO
Possivelmente dos aspetos mais frustrantes do jogo, a deteção de colisão é simplesmente medíocre. Não são raras as vezes em que Ayumi perde energia sem que o jogador se dê conta, simplesmente porque não foi atingida ou porque a personagem não reagiu aos golpes sofridos. Torna-se difícil, por vezes, perceber como reagir a determinados ataques, dado que nem sequer é percetível a razão pela qual perdemos vida.



DISFUNCIONAL
Blades of Time aposta fortemente na mecânica de manipular o tempo, mas, ao contrário dos restantes poderes, este não funciona corretamente. Voltar atrás no tempo permite-nos replicar as nossas ações (como em The Misadventures of P.B. Winterbottom), o que resulta em diferentes versões de Ayumi em simultâneo. Mas embora esta mecânica funcione sem dificuldade em situações de plataformas, fracassa quase por completo em combate. Nada estaria perdido, não fosse o jogo obrigar-nos repetidas vezes a recorrer à manipulação do tempo nestas situações.

VEREDICTO

Blades of Time acaba por não conseguir oferecer uma experiência positiva. Por cada momento que nos consegue agradar, o sentimento é desgastado pela repetição exaustiva ou pela falência técnica de uma ou outra mecânica. Existe algum valor para os fãs de títulos de ação que não se importem de repetir as mesmas ações ao longo de um jogo desafiante (e não raramente injusto) com falhas técnicas e de design. Os mais exigentes, porém, deverão manter a distância.
MAIS INFORMAÇÕES NA EDIÇÃO DE MAIO DA BGAMER - #166.

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3 Comentário(s)  Registe-se ou faça Login para comentar

Denunciar #3 Ethel 2012-04-14 13:50
Não sei porque mas nunca fui grande fã de Prince of Persia, gostei do remake de 2008... que por acaso é um dos mais odiados.

Gostei foi do Timeshift e do Braid, dois jogos (para além do Sands of Time) que conseguiram utilizar bem as mecânicas temporais. Gostava de ver mais jogos a explorar estas características .
Denunciar #2 Duarte Pedreño 2012-04-13 14:25
Win some, lose some :) Há outros jogos do género por aí. Se quiseres manipulação do tempo, tens sempre o ótimo Sands of Time.
Denunciar #1 Ethel 2012-04-12 18:57
Quando ouvi falar das mecânicas do jogo pela primeira vez, estava a espera de um jogo bastante interessante. É pena terem desperdiçado o potencial.

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